Implante dentário

Os implantes osseointegrados são uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade pela comunidade científica internacional. São, normalmente, parafusos de titânio introduzidos cirurgicamente nas áreas desdentadas e, sobre eles, são instalados dentes artificiais (prótese dentária).

O titânio é um material usado em ortopedia há muitas décadas, por não sofrer corrosão quando inserido no corpo humano e não apresentar fenômenos de rejeição imunológica.

O implante unitário substitui a raiz do dente perdido e sobre ele é instalada uma coroa.

        

Os implantes podem ser usados por qualquer pessoa, a partir da puberdade, sem limite máximo de idade. Apenas em duas situações ele não é utilizado: em pacientes com determinados problemas de saúde de ordem geral e quando não houver espessura e altura óssea suficientes para acomodar os implantes. Quando necessário pode ser realizado enxerto ósseo para que, após a sua consolidação, haja estrutura óssea suficiente para receber um implante.

A cirurgia para instalar o implante normalmente dura entre 45 a 60 minutos. Somente em casos excepcionais esse tempo é dilatado. Os riscos são mínimos, pois a a cirurgia é feita normalmente com anestesia local e é muito mais simples que outros procedimentos cirúrgicos odontológicos, como a extração de um dente incluso, por exemplo. O pós-operatório é muito bom e a maioria dos pacientes não relata qualquer incômodo maior.

A prótese é geralmente após um período de 3 a 6 meses para que ocorra a osteointegração entre o implante e o osso. Em alguns casos, a prótese pode ser colocada imediatamente após a instalação do implante: são utilizados os chamados implantes de carga imediata que tem a superfície preparada para tal fim. Entretanto, em todos os casos, o paciente não fica nenhum dia sem prótese. Para isso, são utilizadas próteses provisórias que são substituídas pelas definitivas.

A exemplo das próteses fixadas sobre os dentes, as fixadas sobre os implantes têm como maior vantagem não se soltarem durante a mastigação, propiciando maior conforto, segurança e eficiência.
 

        

Em casos de pacientes que utilizam prótese total, os implantes podem funcionar como um eficiente retentor. Nesses casos, sobre o implante é colocado uma peça que encaixa na prótese total. Essa prótese é chamada de sobredentadura ou overdenture.

        

Outra solução para pacientes edentados totais é conhecida como "protocolo". Nesse caso, são colocados em média 6 impantes na maxila ou 4 implantes na mandíbula e sobre esse conjunto de implantes é fixada uma prótese. Ao contrário da sobredentadura, essa prótese não é removível.

       

Pode-se afirmar que 95% dos casos, se os implantes não forem perdidos nos dois primeiros anos de uso, durarão a vida toda. Estudos demonstram que implantes de boa procedência apresentam taxas de sucesso acima de 90% no maxilar superior e 97% no inferior.

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